👠 Nem sempre o sapatinho serve – e ainda bem.

 A história já sabemos de cor:

Meia-noite, correria dramática, sapatinho perdido numa escadaria de mármore (quem corre com salto de vidro, aliás?), e um príncipe com tempo livre e uma obsessão estranha por pés.


E depois? Final feliz, casamento real e supostamente tudo resolvido.

Mas... e se o sapatinho não servisse?


E se, em vez de ficar ansiosa à espera que alguém lhe calçasse a “vida perfeita”, a Cinderela dissesse:

👉 “Obrigada, mas hoje não. Estou melhor descalça do que presa num número abaixo do meu.”


A verdade é que quantas vezes tentamos enfiar o pé e o coração em coisas que simplesmente não servem?

Relações que apertam.

Expectativas que nos esmagam.

Trabalhos, silêncios e papéis que vestimos só porque alguém disse que nos ficavam bem.


Fingimos que não magoa, mas magoa.

E tudo porque o sapatinho é bonito. Porque parece feito à medida. Porque "é o que toda a gente quer".


💥 Mas o que é que TU queres, Fragmento bonito?


Sapatinho nenhum, por mais cintilante que seja, vale o desconforto de não te reconheceres dentro dele.


E se o tal "príncipe" aparece só quando estás perdida e muda, cuidado. Pode não querer uma parceira, mas sim uma personagem para o enredo dele.

E tu não foste feita para ser figurante em vida alheia.



🌟 Conselho sincero (e com glitter):

Se tiveres de encolher a tua essência para caber, então não vale a pena.

Escolhe sapatos onde possas dançar a tua verdade mesmo que sejam chinelos, botas pesadas ou… pés descalços na terra.


Afinal, o sapatinho pode ser de cristal, mas tu és feita de muito mais.


Vai com tudo, Fragmento bonito! 🌈💻📖


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